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Compaixão e comprometimento

“Ó Yahweh, vê e considera a quem tens tratado assim! Acaso deverão as mães comer o fruto de si mesmas, as crianças que trazem nos braços e que criam com tanto amor? Deverão, pois, os profetas e os sacerdotes ser assassinados em pleno Santuário do Eterno? Lm. 2. 20

Compaixão para com a necessidade gera comprometimento com a visão

Embora tivesse prenunciado, por muitos anos, a cativeiro de seu povo rebelde, jeremias chora quando a profecia se cumpre. Em Lm. 2. 20, ele implora ao Senhor para que suspenda o castigo. Ele pode piedade.

Esse diálogo entre Jeremias e Deus sobre os hebreus oferece um raro vislumbre da Obra que Deus fez no coração de Jeremias com o intuito de moldar seu coração, seu caráter. Embora tenha uma paixão pela justiça e retidão, o profeta tem, ao mesmo tempo, compaixão pelo mesmo povo que tanto o irrita.

Como Moisés, Jeremias, muitas vezes, mostrou um lado da face para o povo, normalmente o de juízo e das ameaças, mas o outro para Deus, em oração. Ele suplica ao Senhor que não abandonasse seu povo e sua compaixão permitiu-o continuar comprometido com a visão de que, um dia, Deus restauraria seu povo.

É isso que faz de um líder temente a Deus um grande líder: uma liderança clara e firme, mas um coração compassivo como o de um intercessor. Reegie McNeal escreve:

Uma marca da genuína grandeza espiritual é ter compaixão daqueles que o atormentam.

Aqui para nós! Precisamos primeiro, sentir-nos incomodados com as necessidades das pessoas; só assim poderemos nos comprometer com a visão de liberta-las. Foi a compaixão de Jeremias que o fez continuar envolvido quando teria sido mais fácil ir embora.

Ele nos ensina que, embora as pessoas possam rejeitar as mensagens e contrariar os argumentos que você apresenta, elas continuam impotentes diante de suas orações.

Pense nisso!



  

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