9 O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Rm. 12. 9.
Jesus estava à mesa com Seus discípulos Mt. 26, quando disse: “Um dentre vós me trairá” e Judas perguntou: “Acaso, sou eu, Mestre?”. Jesus responde: “Tu disseste”. Aquele era um momento de encorajamento, ensino e comunhão, mas Judas não estava integrado de alma a esse propósito. O objetivo dele estava longe deli; pensava em fazer bem feito seu trabalho sujo para receber as 30 moedas de prata. As atitudes de Jesus, mediante tudo o que sabia, são aulas especiais e necessária quando passarmos por situações semelhantes.
Ele soube conviver com a contrariedade. Não expulsou Judas e não o humilhou. Se não tivermos outro ponto de amparo, desabamos ao tomar conhecimento do mal e das pessoas que o promovem. Jesus tinha no Pai seu ponto de sustentação. Mantenha seu padrão de honra, nobreza e firmeza. Livre-se da obsessão do desejo de reagir no mesmo baixo nível de conduta que agiram para com você. Jesus nos ensina outra maneira: deixe com Deus e mantenha-se como você é, hebreus 10. 31 nos ensina “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Jesus sempre foi misericordioso. Não mudaria naquele momento, pois Sua formação não era pelos contornos tortuosos das pessoas e do mal, mas do ensino de Deus.
Aprendemos ser maus naturalmente, mas há outra lição melhor de Jesus, que aprendemos espiritualmente. Jesus aproveitou bem a situação de traição para nos ensinar como agir. Ao passo que Judas desperdiçou: poderia encerrar aquele projeto maldito e nos dar outra lição preciosa. Você pode fazer o mesmo que Judas ou o mesmo que Jesus, depende de qual será o ponto de sustentação de sua vida.
Ó Deus faze-nos lembrar que nossa atitude afetam todas as pessoas com quem nos relacionamos. Dê-nos oportunidade para evitar o mal e nos livrar de desejos impuros. Em nome de Jesus. Amém
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